terça-feira, 5 de agosto de 2008
Exposição - Lisboa o plano da baixa hoje
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segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Tudo ao INATEL!
Como o Amori é fã incondicional do Astérix, lá estivemos nós a ver um filme que achámos muito engraçado, recheado de estrelas no ecrã e no céu e a fazer-nos lembrar, que bem que os os europeus trabalham os efeitos especiais, sem falhas, brilhante!
Só me resta dizer, que parece que ainda lá vamos voltar pela 3ª vez, sendo que a 1ª tinha sido para ver Indiana Jones, porque adoro o Harrison Ford e por isso, prefiro apenas dizer que gostei de o ver em boa forma aos 64 anos, quanto ao filme... bom podíamos ter ficado como estávamos! Valeu a pena pela noite de cinema ao ar livre!
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quinta-feira, 31 de julho de 2008
7 Maravilhas da Natureza

Se aquilo que o Homem fez pode ser Belo, aquilo que a Natureza criou é certamente Sublime!
Votámos para eleger as novas 7 Maravilhas, agora, vamos todos votar naquelas que consideramos ser as 7 Maravilhas da Natureza. Se a escolha anterior era difícil, esta é ainda mais, por isso esforcem-se para pôr no rancking a mais bela natureza nacional (... por favor ponham lá os Açores!), ou/e deliciem-se a ver, descobrir e sonhar sobre todas as outras espalhadas pelo mundo fora, que é sem dúvida uma passatempo muito agradável!
terça-feira, 15 de julho de 2008
D. MARIA RULES!!!!!!!
É em pleno Bairro Alto que vamos encontrar a D. Maria! Embrenhado nas ruas do Bairro (na Atalaia) está o Mini-Bar, mas não pensem que dão com ele assim pelo nome, porque à porta não existe nenhuma referência a isso, foi a D. Maria que nos disse que se chama assim, e pensámos logo que bem que lhe assenta o nome, porque o bar é mesmo pequeno, mas não o suficiente que não caibam lá umas tantas mesas e uma quantidade de gente.Podíamos ir a andar na rua e passar-nos perfeitamente desprecebido se não fosse o som que se ouve logo à entrada: METAL!!! METAL!!! Puro e duro num volume suficiente para os amantes deste som! As paredes forradas de tudo quanto é cartaz de festival, posteres de bandas, tudo de metal, pois tá claro!
Nas mãos do pessoal vemos o Favaito a 1euro e a bela da cervejola que é vendida a 0.80 centimos até às 19hrs e a 1euro depois dessa hora e até fechar, que é só lá para as 4 da matina. Diz a D. Maria que tem mesmo de fechar porque já alí está desde as 7 da manhã e no dia seguinte a história repete-se, sem folgas, diz que folga quando lhe apetece.
O ambiente é fantástico, tipicamente bairro alto, muito baratito e é o sítio perfeito para acabar a noite, uma noite diferente e alternativa.
O melhor de tudo é esta bendita Senhora, a D. Maria! No dia 11 de Agosto faz 88 anos, e leva-nos a pensar que existe uma 4ª Idade, à qual só alguns chegam, os mais espertos! Diz-nos que adora estar entre os jovens que é ali que se sente bem! Se lhe pedirem até vos mostra fotos do casamento e de como era bonita (...e era mesmo!). Se lá forem tirem-lhe uma foto que ela adora, falem um bocadinho com ela e no fim, se lá ficarem até ao fim, dêm-lhe um beijinho.
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Não esquecer que a Festa do Cinema do INATEL começa já no dia 26 deste mês!!! Para os amantes de cinema e de grandes telas ao ar livre!Apressem-se a comprar os vossos bilhetes, que por sinal até são baratitos: Bancadas - 3 euros / associados - 2 euros
Poufs - 6 euros / associados - 4 euros (1 bilhete para o pouf é válido
para 2 pessoas)
BOM FILME!
The Happening - O Acontecimento

Night Shyamalan, esse realizador que simplesmente ADORO!!! Tenho de começar assim, e tenho de o fazer porque é acima de tudo principalmente verdade. Alguns dos melhores filmes que já vi, são da sua autoria e devo dizer que se alguém ainda não os viu todos, deve apressar-se a fazê-lo, porque perde a oportunidade de ver o inicio de carreira daquele q tenho a certeza irá dar muitas cartas no mundo do cinema.
Bom, agora passemos ao que aqui me trás que é falar do seu último filme. Começei por dizer o melhor dele para agora dizer não o pior mas que, estou desiludida. Não gosto de falar de críticos de cinema e todos os que têm seguido a carreira deste realizador sabem o quanto o têm injustiçado, porque raramente um filme deste senhor recebe boas críticas, mas agora o caso muda de figura. Nunca concordei com as críticas, mas agora sou obrigada pelo nosso Shy a dar-lhes razão.
Parece que queria dar um salto num filme de registo mais terror e de facto o filme meteu-me medo, muito medo, apeteceu-me dizer: "I see dead people", porque de facto pouco mais o filme tem senão isso. Uma história muito simples, desconexa, diálogos terríveis, e o pior de tudo muita muita privisibilidade, algo que me deixou sinceramente triste, sendo a qualidade da surpresa dos seus argumentos, excelente. Pouco ou nada gostei no filme, posso ainda adiantar que são visiveis microfones facto do o qual me abstenho de comentar. Mais não quero dizer pelo menos de mal pelo respeito por ele e pela sua incansável vontade de fazer cinema diferente.
A parte boa, sim porque felizmente embora pequena ela existe: a mais uma vez fantástica banda sonora de James Newton Howard, que não foge a qualidade que já nos abituou em todos os outros filmes deste realizador; e o cunho de Shyamalan, conseguimo-lo reconhecer na relização, na prespectiva.
Leva a minha carta de ´avance até á próxima casa`, na esperança de voltar a vê-lo em melhor forma, que parece que já está em fase de contracto assinado agora sim com a Paramout para fazer aquele que diz ser mais um filme de culto, Avatar: The Last Airbender, baseado numa animação japonesa. Depois deste último filme, ficamos a aguardar anciosos.
Bom, agora passemos ao que aqui me trás que é falar do seu último filme. Começei por dizer o melhor dele para agora dizer não o pior mas que, estou desiludida. Não gosto de falar de críticos de cinema e todos os que têm seguido a carreira deste realizador sabem o quanto o têm injustiçado, porque raramente um filme deste senhor recebe boas críticas, mas agora o caso muda de figura. Nunca concordei com as críticas, mas agora sou obrigada pelo nosso Shy a dar-lhes razão.
Parece que queria dar um salto num filme de registo mais terror e de facto o filme meteu-me medo, muito medo, apeteceu-me dizer: "I see dead people", porque de facto pouco mais o filme tem senão isso. Uma história muito simples, desconexa, diálogos terríveis, e o pior de tudo muita muita privisibilidade, algo que me deixou sinceramente triste, sendo a qualidade da surpresa dos seus argumentos, excelente. Pouco ou nada gostei no filme, posso ainda adiantar que são visiveis microfones facto do o qual me abstenho de comentar. Mais não quero dizer pelo menos de mal pelo respeito por ele e pela sua incansável vontade de fazer cinema diferente.
A parte boa, sim porque felizmente embora pequena ela existe: a mais uma vez fantástica banda sonora de James Newton Howard, que não foge a qualidade que já nos abituou em todos os outros filmes deste realizador; e o cunho de Shyamalan, conseguimo-lo reconhecer na relização, na prespectiva.
Leva a minha carta de ´avance até á próxima casa`, na esperança de voltar a vê-lo em melhor forma, que parece que já está em fase de contracto assinado agora sim com a Paramout para fazer aquele que diz ser mais um filme de culto, Avatar: The Last Airbender, baseado numa animação japonesa. Depois deste último filme, ficamos a aguardar anciosos.
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Exposição a não perder!
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A revolta dos manequins - Alberto Gordillo
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Quando me lembro da Tailândia nunca me esqueço do Rui!

Tailândia!!!! Tailândia!!! Terra maravilhosa onde se encerram os meus sonhos! Tenho a certeza que quando sonho com algum sítio lindo é a Talilândia que estou a ver!
Este local de beleza única e singular, com rochas que se erguem da água como guardiões de praias de encantar, com água de cor tão intensa que fere o olhar e areia coralina que de tão branca aguça a cor do mar.
Este é de certeza um dos locais encantados do mundo, um misto que dá que pensar, entre a poeira da confusão de Bancoque e a da areia da praia de Phi Phi, entre a insistente confusão e a resistente cultura e religião.
Esta mensagem vai inteiramente dedicada ao nosso amigo Rui. Um Viajante. Um corajoso.
A Tailândia é sem dúvida uma das minhas viajens de sonho, que ainda não consegui concretizar. Não é fácil! O Rui, que já lá esteve o suficiente para falar muito sobre este bendito país tem alimentado o meu desejo e sonho! Por isso, sempre que falo na Tailândia nunca me esqueço dele nem das nossas conversas.
Tomára que um dia possamos ser viajantes como Tu!
Assim, este nosso amigo partilha conosco e convosco algumas fotos deste lugar encantado. Esperamos que gostem e continuem a sonhar, porque como ainda hoje falámos os dois: ...vamos sonhando e concretizando!
Este local de beleza única e singular, com rochas que se erguem da água como guardiões de praias de encantar, com água de cor tão intensa que fere o olhar e areia coralina que de tão branca aguça a cor do mar.
Este é de certeza um dos locais encantados do mundo, um misto que dá que pensar, entre a poeira da confusão de Bancoque e a da areia da praia de Phi Phi, entre a insistente confusão e a resistente cultura e religião.
Esta mensagem vai inteiramente dedicada ao nosso amigo Rui. Um Viajante. Um corajoso.
A Tailândia é sem dúvida uma das minhas viajens de sonho, que ainda não consegui concretizar. Não é fácil! O Rui, que já lá esteve o suficiente para falar muito sobre este bendito país tem alimentado o meu desejo e sonho! Por isso, sempre que falo na Tailândia nunca me esqueço dele nem das nossas conversas.
Tomára que um dia possamos ser viajantes como Tu!
Assim, este nosso amigo partilha conosco e convosco algumas fotos deste lugar encantado. Esperamos que gostem e continuem a sonhar, porque como ainda hoje falámos os dois: ...vamos sonhando e concretizando!
terça-feira, 8 de abril de 2008
Tibete

Olá!
Voltamos aqui para manifestar a nossa solidariedade pelo povo Tibetano e eterna indignação pela situação que todos sabem que vive já desde 1950 altura em que foi invadido pela China.
Todos os dias naquele país são desrespeitados, o direito a uma cultura e religião, mas principalmente os Direitos Humanos mais básicos como o direito à Vida.
Pensamos que devemos, sempre indignar-nos perante tamanha loucura e acima de tudo não carregar na nossa consciência a culpa da não tomada de posição.
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